quinta-feira, 11 de fevereiro de 2016

Anjos do Altar: Lição 7 e 8

LIÇÃO 7
CRUZ E VELAS

18. Para carregar a cruz, se toma com as duas mãos, colocando a mão direita um pouco acima que a esquerda.
A cruz se carrega reta, de frente, o crucifixo para a frente e a uma altura conveniente.
O que leva a cruz vai em meio dos acólitos com as velas, e não faz inclinação nem genuflexão ao altar nem aos outros, estando sempre em pé enquanto a tem nas mãos.
  19. As velas se levam sempre retos, as duas a mesma altura, um pouco mais baixas que a cruz. Deve evitar-se que caiam gotas de cera delas.
O primeiro acólito, que vai à direita da cruz, toma a vela com as duas mãos, colocando a mão direita em cima da esquerda.
O segundo acólito, que vai à esquerda da cruz, toma a vela com as duas mãos, colocando a esquerda em cima da direita.
Os dois acólitos caminham de frente e um ao lado do outro, fazendo juntos as inclinações e genuflexões. Ao fazer estas reverências devem conservar-se as velas retas.

20. Se em vez de vela (cirial, como na figura) se usam candelabros, o primeiro acólito colocará a mão direita no nó do meio; e a esquerda, debaixo do pé do candelabro. O segundo acólito colocará a mão esquerda no nó do meio; e a esquerda, debaixo do pé do candelabro.


LIÇÃO 8
O TURÍBULO E ASPERSÓRIO

21. O turíbulo se sustenta com a mão direita, tomando-o por sua parte superior, e colocando o dedo midim dentro da argola que há na mesma.
A naveta se segura com a mão esquerda.

Para que o fogo do turíbulo não se apague se mantem o mesmo entreaberto, levantando-a por meio da cadeia (corrente), e o turíbulo se balança da direita para a esquerda, com ligeiro (modesto) movimento.
22. Ao apresentar o turíbulo para colocar incenso, primeiro se dá a naveta com a mão direita, depois se levanta a tampa e se eleva o turíbulo à altura da mão do sacerdote. Com a esquerda se sustenta a parte superior das cadeias próximas ao peito, e com a direita se segura próxima da tampa do fogo. Assim se sustenta até que o incenso tenha sido abençoado; ou, se não se benze, até que tenha sido posto o incenso.
23. Para entregar o turíbulo ao celebrante ou a outro que haja de incensar, se toma com a direita pela parte superior das cadeias, e com a esquerda por cima da tampa.
Ao recebê-lo, se toma com a esquerda pela parte superior, e com a direita pela inferior.
24. Para incensar, com a mão se tomam as cadeias pelo extremo e se retém próximo do peito; com a direita se toma o turíbulo, já fechado, próximo da tampa, sustentando-o de modo que possa dirigir-se facilmente até o objeto que será incensado.
A incensação se faz elevando o turíbulo em direção do objeto que se incensa, e dirigindo-o suavemente parra ele; depois do qual se baixa até a cintura. Esta ação se repete tantas vezes quantas tenha que incensar.

25. O aspersório se leva na caldeirinha (de água benta), e quando se há de entregar ao sacerdote, se oferece com a mão direita. E com a mesma mão recebe dele.

Nenhum comentário:

Postar um comentário