sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Anjos do Altar - Lição 9 e 10

LIÇÃO 9
O MISSAL

 26. Para levar o missal se toma com ambas as mãos pela parte inferior, apoiando a superior sobre o peito, tendo a abertura do livro voltada para a esquerda.

Do mesmo modo se toma o missal quando se há de entregá-lo fechado dentro da Missa ou outra função.
27. Para transladar o missal com sua estante (atril) se toma com ambas mãos pelos lados da estante, sujeitando-o bem, mas evitando por os dedos sobre as folhas do missal, a fim de não manchá-las.

28. O missal fechado se coloca sobre a estante com as folhas voltadas para o meio do altar.
No lado da Epístola, o missal, tanto aberto como fechado, se coloca sempre reto, de costas para o altar.
No lado do Evangelho, o missal, tanto aberto como fechado, se coloca um pouco de lado e meio voltado para o lado da Epístola.
29. Evita sempre estes defeitos:
I - passar as folhas do missal, mesmo que transportando-o de um lado para o outro as folhas passem e saiam da marcação.
II – Dar golpes sobre o altar com a estante ao passar o missal.
III – Arrasta-lo sobre as toalhas.
IV – Não fazer genuflexão no meio ao transportar o missal de um lado para o outro.


LIÇÃO 10
AS GALHETAS

30. As galhetas devem estar sempre tapadas, para evitar que caia alguma sujeira ou mosquito nelas. A galheta do vinho se coloca à direita da galheta de água. Sobre elas se estende o paninho chamado manustérgio ou cornijal.

 31. As galhetas se levam com as duas mãos, com atenção para que não caiam ao chão.
São entregues ao sacerdote com a mão direita, apresentando-as pela asa.
32. Ao servir no ofertório a galheta de vinho se osculam se as duas antes de entregá-las ao sacerdote e depois de recebê-la de sua mão. Não se oscula nas Missas de Defuntos.  Tampouco se osculam as galhetas ao servi-las depois da comunhão.

33. Evita sempre esses defeitos:
I – Deixar cair gotas de água ou de vinho no chão, no altar ou no pé do cálice.
II – Colocar as galhetas sobre as próprias toalhas do altar e não sobre o pano do manustérgio.

III – Fazer tocar a borda das galhetas na copa do cálice ou nos dedos do sacerdote.

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