quarta-feira, 2 de março de 2016

Calendário Litúrgico de Março

  

 MÊS DE MARÇO

INTENÇÕES DO APOSTOLADO DA ORAÇÃO
 Geral: Famílias em dificuldade.
Para que as famílias em dificuldade recebam os apoios necessários e as crianças possam crescer em ambientes saudáveis e serenos.
Missionária: Cristãos perseguidos.
Para que os cristãos discriminados ou perseguidos por causa da sua fé permaneçam fortes e fiéis ao Evangelho, graças à oração incessante de toda a Igreja.

1. TERÇA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
a) Ofício: ferial do tempo da quaresma. Laudes II.
b) Missa: própria, pref. da quaresma.

2. QUARTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como ontem. Preces. Tractus.

3. QUINTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como terça-feira.

4. SEXTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe
1ª sexta-feira do mês.
a) Ofício e Missa: como terça-feira. Preces. Tractus.
b) Notas: SCJ, R.3, V.3

5. SÁBADO – roxo – Da féria – 3ª classe
1º sábado do mês.
a) Ofício e Missa: como terça-feira.
• I Vésperas do 4º Domingo da Quaresma, rosa ou roxo, 1ª classe.

6. QUARTO DOMINGO DA QUARESMA (Laetare) – cor de rosa ou roxo – 1ª classe.
a) Ofício: dominical próprio do tempo da quaresma. Laudes II. Horas menores: antif. Próprias. Prima: Sl. 53 no lugar do 117.
b) Missa: sem Gloria; Credo; pref. da Quaresma; Ite Missa est.

7. SEGUNDA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
a) Ofício: ferial do tempo da quaresma. Laudes II, com. de S. Tomás de Aquino, Conf e D.
b) Missa: própria, tractus, pref. da quaresma, com. de S. Tomás de Aquino.

8. TERÇA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como ontem, sem tractus, com. de S. João de Deus, Conf. em Laudes e na Missa.

9. QUARTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira, com. de S. Francisca Romana, Viúva, em Laudes e na Missa.Preces.

10. QUINTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira, sem tractus, com. dos Ss. Quarenta Mártires de Sebaste em Laudes e na Missa.

11. SEXTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira. Preces.

12. SÁBADO – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira, com. de S. Gregório Magno, Pp. e D. em Laudes e na Missa.
• I Vésperas do 1º Domingo da Paixão, roxo, 1ª classe.  Compl. “In manus tuas” sem Gloria Patri.

Amanhã: 3°. aniversário da eleição do Santo Padre, Papa FRANCISCO, como Pastor Supremo da Santa Igreja.
  
Tempo da Paixão

a) Antes das Iª Vésperas: cobrem-se com véu roxo todos os crucifixos e imagens expostas à pública veneração nas Igrejas.
b) No Ofício do tempo da Paixão: omite-se o Gloria Patri no fim do Sl. Venite exsultemus e nos Resp. breves de todas as Horas. No Hino Vexilla Regis ajoelha-e à palavra O Crux.
c) Em Prima: diz-se todos os dias (a não ser que se marque outra coisa) o V/ Qui sedes; como também a lectio brevis Faciem meam.
d) Na Missa do tempo: omite-se o Sl. Judica me nas orações ao pé do altar, como também o Gloria Patri no Intróito e no Lavabo (e no Asperges da Missa dominical).

13. PRIMEIRO DOMINGO DA PAIXÃO – roxo – 1ª classe.
a) Ofício: dominical próprio do tempo da Paixão. Laudes II. Horas menores: antif. Próprias. Prima: Sl. 53 no lugar do 117.
b) Missa: sem o Sl. Iudica me; sem Gloria Patri no Intróito e Lavabo; sem Gloria; Credo; pref. da Santa Cruz; Ite Missa est.

14. SEGUNDA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
a) Ofício: ferial do tempo da Paixão. Laudes II.
b) Missa: própria, tractus, pref. da Santa Cruz.

15. TERÇA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como ontem, sem tractus.

16. QUARTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira. Preces.

17. QUINTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira (sem tractus). Com. de S. Patrício, B. e Conf., em Laudes e na Missa.

18. SEXTA-FEIRA – roxo – Da féria – 3ª classe.
Como segunda-feira. Com. de N. Sra. das Dores e de S. Cirilo de Jerusalém, B. Conf. e D. em Laudes e na Missa. Preces.
• I Vésperas de São José, branco, 1ª classe, com. da féria. Completas de domingo.

Amanhã: 3°. aniversário do início do Ministério do Santo Padre, Papa FRANCISCO, como Pastor Supremo da Santa Igreja.

19. SÁBADO – branco – Festa de São José, Esposo de N. Senhora e Padroeiro da Igreja Universal – 1ª classe.
a) Ofício: festivo em todas as horas. Em Laudes com. da féria; II Vésp. de S. José:com. das I Vésp. do Domingo de Ramos.
b) Missa: Glória, com. da féria, tractus, Credo, pref. de S. José.
• II Vésp. de São José, branco, 1ª classe, com. das I Vésp. do Domingo de Ramos. Completas de domingo.

Durante toda a Semana Santa não se admite nenhuma comemoração. Quanto às missas de defuntos, só são permitidas as de funerais, mas somente de segunda a quarta-feira santa.

20. SEGUNDO DOMINGO DA PAIXÃO ou Domingo de Ramos – roxo – 1ª classe.
a) Ofício: dominical próprio do tempo da Paixão. Laudes II. Horas menores: antif. Próprias. Prima: Sl. 53 no lugar do 117.

b) Bênção, distribuição dos Ramos e Missa:
• A bênção dos Ramos na Igreja Principal deve ser feita obrigatoriamente em rito solene. Nas Igrejas Paroquiais pode ser em rito solene ou simples.
• Hora: a bênção e distribuição dos Ramos, com a Missa subseqüente, devem ser feitas na parte da manhã. Para fazer a cerimônia à tarde, deve-se ter uma verdadeira razão pastoral e a licença do Ordinário.
• A procissão é obrigatória onde se faz a bênção dos Ramos. A cruz processional é levada descoberta. Onde se faz a procissão, o Celebrante omite as orações ao pé do altar: sobe diretamente e oscula o altar.
• Missa: como no 1o. Domingo. Para a leitura da Paixão: o Celebrante não diz Dñus. vob., nem faz o sinal da cruz, mas começa logo dizendo Passio Dñi. Nostri, e no final não oscula o livro e nem diz Per evangélica dicta.
• Nas Missas em que não se fizer a bênção dos Ramos: omite-se o último evangelho, e em seu lugar lê-se o evangelho da bênção dos Ramos Cum appropinquasset.
• Na Missa binada e trinada (só quando rezada): o Celebrante não precisa reler toda a Paixão, mas em lugar desta pode ler o texto breve de S. Mateus, como no Missal.

21.  SEGUNDA-FEIRA SANTA – roxo – 1ª classe.
a) Ofício: ferial do tempo da Paixão, com partes próprias. Laudes II.
b) Missa: própria, tractus, pref. da Santa Cruz.

22. TERÇA-FEIRA SANTA – roxo – 1ª classe.
Como segunda-feira, sem tractus. Para a leitura da Paixão: como no domingo.

23. QUARTA-FEIRA SANTA – roxo – 1ª classe.
Como na segunda-feira. Preces em Laudes e Vésp. Missa com 2 epístolas; Paixão como no domingo.


O TRÍDUO SAGRADO

1) Sobre a Sagrada Comunhão: esta pode ser distribuída aos fiéis:
a) em geral: na Missa Vespertina e imediatamente após a ela. Não se pode distribuir em nenhum outro horário. Na Sexta-feira Santa: pode-se distribuir somente durante a Ação Litúrgica. No Sábado Santo: unicamente na Missa da Vigília Pascal, ou imediatamente após a ela.
b) aos doentes: na Quinta-feira Santa e na Sexta-feira Santa é permitido em qualquer hora. No Sábado Santo: não é permitido.
c) aos fiéis em perigo de morte: pode-se administrar o Sagrado Viático em qualquer hora do Tríduo Sagrado.

2) Sobre o Ofício Divino no Tríduo Sagrado:
a) Matinas e Laudes do Ofício de Trevas: reza-se na parte da manhã. Na recitação pública não se pode antecipar de véspera, salvo onde houver a Missa Crismal, onde se pode rezar na tarde da Quarta-feira Santa. Na recitação privada pode-se antecipar Matinas, não Laudes.
b) Martirológio: omite-se sua leitura durante todo o Tríduo.
c) Horas: salmos de domingo. Sempre terminam do seguinte modo: ant. Christus, Pater Noster em silêncio, oração Respice (sábado santo: Concede), sendo que em Compl. oração Visita.
d) Antífona final de Nossa Senhora: omite-se durante todo o Tríduo.
e) Uso do órgão: durante todo o Tríduo Sagrado (a partir do Gloria in excelsis da Missa Vespertina) é proibido o uso do órgão, mesmo nos exercícios de piedade.

3) Sobre a Missa no Tríduo Sagrado:
a) Não se pode celebrar nenhuma Missa além da Missa Vespertina de Quinta-feira Santa e da Missa da Vigília Pascal. Na Quinta-feira Santa, porém, o Ordinário, por uma legítima causa (que se deve provar cada ano), pode permitir uma Missa Vespertina rezada para o bem das almas. Na Igreja Principal celebra-se a Missa Crismal na manhã de Quinta-feira.
b) Exéquias: se ocorrer alguma sepultura, esta deve ser feita sem Missa e sem solenidade.

24. QUINTA-FEIRA SANTA IN COENA DOMINI – roxo no Ofício e branco na Missa – 1ª classe.
a) Ofício: especial (ver acima, n.° 2). Hoje quem participa da Missa Vespertina não reza as Vésperas.
b) Missa Crismal: celebra-se na Igreja Principal na parte da manhã (post Tertiam).
c) Missa Vespertina:
• Hora: pode ser celebrada a partir das dezesseis horas, mas antes das vinte e uma.
• Órgão, sinos e campainhas: permitem-se somente até o fim do Gloria in excelsis. Depois começa o uso da matraca.
• Rito: reza-se o Gloria (durante o qual toca-se a campainha); sem Credo; Pref. da Santa Cruz; Comm., Hanc igitur e Qui pridie próprios. No Agnus Dei três vezes miserere nobis; nas Missas solenes omite-se a 1a. oração Domine Iesu Christe e não se dá o ósculo da paz. Diz-se Benedicamus Domino, não há bênção final, nem último Evangelho.
• Homilia: convém que haja uma breve homilia para ilustrar os mistérios da Eucaristia, Sacerdócio e o Mandamento da Caridade fraterna.
• Lava-pés ou Mandatum: faz-se depois da Homilia.
• Clero presente: deve comungar. Os Sacerdotes e Diáconos que assistem a cerimônia usam estola branca para a comunhão, ou podem fazê-lo desde o começo da Missa.
• Trasladação do Santíssimo: terminada a Missa o Santíssimo deve ser levado solenemente para a capela da reposição (que deve ser distinta do Altar-mor), onde será adorado pelos fiéis, pelo menos até a meia-noite. Ao passar diante da capela da reposição, deve-se fazer genuflexão dupla.
• Denudação dos Altares: o Celebrante com estola roxa, juntamente com seus ministros, desnuda todos os altares da igreja, deixando somente a Cruz e os seis castiçais do altar-mor, que serão tirados após Completas, ou em seguida à cerimônia. Ao passar diante do altar desnudado, faz-se inclinação profunda.
• Terminada a denudação dos altares, tira-se a água benta de todos os recipientes da igreja, até o Sábado Santo.

• A festa da Anunciação de Nossa Senhora, neste ano, se transfere para a segunda-feira depois do Domingo in Albis.
• Nota: amanhã, por determinação da Santa Sé, deve-se fazer a Coleta para os Lugares santos (com 10% para a Catholica Unio).

25. SEXTA-FEIRA SANTA IN PASSIONE ET MORTE DOMINI – preto e roxo – 1ª classe
Dia de Jejum e abstinência.
a) Ofício: especial (ver acima, n.° 2). Hoje quem participa da Solene Ação Litúrgica está dispensado de rezar Vésperas.

b) Solene Ação Litúrgica:
• Hora: deve-se celebrar à tarde, por volta das 15 horas. Porém, onde houver alguma razão pastoral, pode ser celebrada desde o meio-dia até às 9 horas da noite.
• Altar: deve estar totalmente desnudado, sem Cruz, sem castiçais e sem toalhas.
• Rito: é próprio e consta de quatro partes: 1) Leituras; 2) Orações Solenes; 3)Adoração da Cruz; 4) Comunhão.
Nota 1: nas Orações Solenes: novo texto da Oração pelos Judeus, reformado pelo Papa Bento XVI em 2008:
Oremus et pro Iudaeis.
Ut Deus et Dóminus noster illúminet corda eorum, ut agnóscant Iesum Christum Salvatórem omnium hominum.
Celebrans:
Oremus. 
Diaconus:
Flectamus genua. Levate.
Omnípotens sempitérne Deus, qui vis ut omnes homines salvi fiant et ad agnitiónem veritátis veniant, concéde propítius, ut plenitúdine gentium in Ecclésiam Tuam intránte omnis Israel salvus fiat. Per Christum Dominum nostrum.
R/ Amen.
Oremos pelos judeus.
Que o Deus nosso Senhor ilumine seus corações para que reconheçam Jesus Cristo, Salvador de todos os homens.

Oremos.

Ajoelhai-vos. Levantai-vos.
Deus onipotente e eterno, vós que quereis que todos os homens se salvem e cheguem ao conhecimento da verdade, concedei que, entrando a plenitude dos povos em vossa Igreja, todo Israel seja salvo. Por Jesus Cristo, Nosso Senhor.

R/ Amém.
Nota 2: com relação à adoração da Cruz: onde houver um grande concurso de fiéis, que impossibilite a realização desta cerimônia com piedade e boa ordem, depois que os ministros adorarem a Cruz, o Celebrante pode elevá-la com as mãos por um breve tempo, para que os fiéis a adorem em silêncio (Sgr. Congr. para os Ritos, 01/02/1957).

c) Reverências: a partir da adoração da Cruz, todos devem fazer genuflexão para o Crucifixo do Altar-mor.
d) Via-Sacra: para este exercício o Sacerdote usa estola preta, mesmo que depois dê a bênção com o Santo Lenho. Na exposição do Santo Lenho, o Sacerdote deve incensar a relíquia de pé.
e) Indulgência: A Igreja concede Indulgência plenária aos que hoje participam piedosamente da veneração da Santa Cruz e beijam devotamente o Santo Lenho (cf.Enchiridion Indulg., n. 17).

26. SÁBADO SANTO – roxo no Ofício e branco na Missa – 1ª classe.
a) Ofício: especial (ver acima, n.° 2). Hoje quem participa da Solene Vigília Pascal está dispensado de rezar Completas e as Matinas de Páscoa. As Laudes de Páscoa estão inseridas no fim da Missa, após a comunhão.
b) Altar: deve permanecer desnudado, somente com a Cruz e os quatro castiçais que ficaram da Ação Litúrgica.

c) A Solene Vigília Pascal:
• Hora: a melhor hora é a que permita começar a Missa pela meia-noite. Porém, por razões pastorais, a Vigília pode começar mais cedo, porém só depois do crepúsculo do sol.
• Rito: consta das seguintes partes: bênção do fogo; bênção do Círio Pascal; Profecias; 1a. parte da Ladainha de Todos os Santos; bênção da Água Batismal; renovação das promessas do Batismo; 2a. parte da Ladainha.
• Missa da Vigília Pascal: consta de rubricas próprias e constitui um só todo com os ritos anteriores, de modo que é proibido celebrá-la sem a Vigília. Os Sacerdotesque celebrarem a Missa da Vigília Pascal podem celebrar mais uma Missa no dia de Páscoa. Os fiéis que comungarem na Missa da Vigília podem comungar também durante o dia.

27. DOMINGO DE PÁSCOA DA RESSURREIÇÃO DE NOSSO SENHOR – branco – 1ª classe, com oitava de 1ª classe.
a) Ofício: festivo com rubricas próprias. Em Laudes e Vésp. Benedicamus Dño. e Deo gratias com dois Alleluia. Completas próprias: ant. Regina Coeli, até a sexta-feira de Pentecostes.
b) Aspersão: hoje e durante todo o tempo pascal canta-se a ant. Vidi Aquam. Na aspersão de hoje usa-se a água lustral.
c) Missa: (até sábado) seqüência, Credo, Pref. Pascal (in hac potissimum die), Communic. e Hanc igitur próprios, Ite Missa est e Deo gratias com dois Alleluia.

d) Notas:
• Círio Pascal: permanece em seu candelabro ao lado do evangelho. Deve ser aceso nas Missas e Vésperas cantadas; pode-se acender em todas as Missas que se celebram com alguma solenidade, até o evangelho da Missa da Ascensão inclusive.
• Rito para administrar a Comunhão fora da Missa no tempo Pascal: 1) Acrescenta-se o Alleluia à antífona e ao versículo, salvo quando se dá antes ou depois da Missa de Réquiem. 2) Diz-se a oração Spiritum nobis (postcommunio da Missa da Páscoa). – Comunhão para os doentes: acrescenta-se o Alleluia como acima, mas reza-se a oração Deus qui nobis.

28. SEGUNDA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA – branco – 1ª classe.
a) Ofício: como no dia de Páscoa, com as variações do próprio.
b) Missa: própria; Seqüência e Credo. Communic. e Hanc igitur próprios.

29. TERÇA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA – branco – 1ª classe.
Tudo como segunda-feira.

30. QUARTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA – branco – 1ª classe.
Tudo como segunda-feira.

31. QUINTA-FEIRA DA OITAVA DA PÁSCOA – branco – 1ª classe.
Tudo como segunda-feira.


+ + +

Preparado conforme o Ordo Litúrgico 2016 da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney. Visite o site da Administração Apostólica e conheça mais sobre a única diocese inteira da Forma Extraordinária do Rito Romano!


Para baixar o Calendário de Março em PDF clique aqui!

Nenhum comentário:

Postar um comentário