segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Noções e normas gerais do Missal Romano


269. O sacrossanto Sacrifício da Missa, celebrado segundo os cânones e as rubricas, é um ato de culto público, tributado a Deus em nome de Cristo  e da Igreja. Portanto, deve evitar-se a denominação de “Missa privada”.

270. A Missa com o Ofício constitui o sumo grau de todo o culto cristão; portanto, a Missa per se deve concordar com o Ofício do dia.
Entretanto, dão-se Missas fora da ordem do Ofício, a saber, as Missas votivas ou de defuntos.

271. As espécies de Missas são duas: Missa Cantada e Missa Rezada.
A Missa se diz Cantada, se o sacerdote celebrante canta verdadeiramente as partes que as rubricas mandam que sejam proferidas por ele com canto; do contrário, a Missa se Rezada.
Além do mais, se a Missa Cantada se celebra com a assistência de ministros sagrados, a Missa se diz Solene; se se celebra sem ministros se denomina Missa Cantada. Finalmente, a Missa Solene que é celebrada pelo Bispo ou por outros que tenham faculdades para celebrar com as solenidades prescritas nos livros litúrgicos, se chama Missa Pontifical.

272. Por sua própria natureza a Missa requer que todos os assistentes participem nela, segundo o seu próprio modo.
Porém, convém adaptar os distintos modos com que os fiéis podem participar ativamente do sacrossanto Sacrifício da Missa, de tal manera que se evite todo perigo de abuso e se obtenha o fim principal desta participação, a saber, o culto de Deus e a edificação dos fiéis.
Desta participação ativa dos fiéis se tratou na Instrução sobre a Música sacra e a Sagrada Liturgia da Sagrada Congregação dos Ritos, do dia 3 de setembro de 1958.
 273. As rubricas que seguem a continuação valem tanto para as Missas Cantadas como para as Rezadas, a não ser que se diga expressamente o contrário.



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