segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O Calendário a ser seguido na recitação do Ofício Divino


148. O Ofício divino debe ser cumprido segundo o Calendário próprio, ou, em sua falta, segundo o Calendário da Igreja universal, como se indica nos números seguintes.

149. Os beneficiários devem seguir o Calendário de sua igreja (n. 53b).

150. Os clérigos diocesanos devem seguir o Calendário da igreja ou do oratório a que estão adscritos de um modo estável (n. 53 b); ou, se não estão adscritos de modo estável a nenhuma igreja ou oratório, ou se estão durante muito tempo fora de sua diocese, devem agregar as festas do lugar em que tem domicílio (n. 44), ou seguir o Calendário do lugar em que habitam.

151. Os religiosos de ambos os sexos adscritos ao coro guardem o Calendário de sua casa (n. 56 b); ou, quando assistem ao coro em outra casa de sua Ordem, o Calendário daquela casa em que atualmente residem.

152. Os religiosos que tem Calendário próprio, mas que não estão adscritos ao coro, observem o Calendário de sua casa (n. 56 b); ou, se em outra casa de sua Congregação ou Instituto recitam o Ofício em comum, sigam o Calendário daquela casa na qual residem atualmente.

153. Os religiosos que não tem Calendário próprio, observem o Calendário de sua igreja (n. 53 b), acrescentando, porém, as festas próprias e as concedidas (n. 46).

154. Nos seminários e colégios de clérigos diocesanos, confiados aos Religiosos, para a recitação do Ofício divino em comum, seja pelos clérigos, seja também pelos Religiosos, que o recitam em comum juntamente com os clérigos, deve-se observar o Calendário do lugar (n. 51 a), acrescentando as festas da igreja do seminário ou do colégio (n. 45), com a faculdade de agregar a festa do Titular e a do Santo Fundador dos Religiosos, a quem está confiado o cuidado do seminário.

155. Nos seminários e colégios de clérigos interdiocesanos, regionais, nacionais e internacionais, para a recitação do Ofício em comum, observe-se o Calendário da Igreja universal, acrescentando as festas do Patrono principal da nação, região ou província, seja eclesiástica ou civil, de uma diocese, vila ou de uma cidade, o aniversário da Dedicação da Igreja catedral da diocese e as outras festas, feriadas, quaisquer que sejam, assim como as festas da igreja do seminário ou do colégio (n. 45).

Porém, se o regime destes seminários está confiado a Religiosos, o Calendário da Igreja universal deve ser observado também pelos Religiosos que recitam o Ofício em comum, juntamente com os clérigos, com a faculdade, porém, de acrescentar as festas do Titular da Ordem ou Congregação e do Santo Fundador dos Religiosos as quais está confiado o regime do seminário.

156. Nos colégios e casas interprovinciais, nacionais e internacionais dos Religiosos, para a recitação do Ofício divino em coro ou em comum, observe-se o Calendário próprio de toda a Ordem ou Congregação (n. 55), acrescentando somente as festas da própria iglesia (n. 45) assim como as festas das quais se falou no n. 57.

157. Entretanto, qualquer clérigo diocesano ou qualquer religioso de ambos os sexos, que por qualquer título está obrigado ao Ofício divino e que participa do Ofício em coro ou em comum segundo outro Calendário ou outro Rito distinto do seu, satisfaz a sua obrigação quanto a esta parte do Ofício.

Igualmente, quando alguém participa das Vésperas votivas de alguma solenidade externa, satisfaz com sua obrigação quanto a esta parte do Ofício, contanto que ditas Vésperas tenham sido celebradas íntegras e conforme as rubricas.



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