segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

O tempo em que se devem dizer as Horas Canônicas


142. As Horas canônicas se ordenam, por sua constituição, à santificação das diversas horas do dia natural. Importa, portanto, seja para santificar verdadeiramente o dia, como para recitar com fruto espiritual as mesmas horas, que em sua recitação, se observe o tempo que corresponde mais exatamente ao verdadeiro tempo de cada Hora canônica.

143. Entretanto, para satisfazer à obrigação de recitar o Ofício divino é suficiente que todas as Horas canônicas se digam no espaço compreendido pelas vinte e quatro horas do dia.

144. As Matinas podem ser antecipadas, por justa causa, para a tarde do dia anterior, porém, não antes das quatorze horas.

145. As Laudes, como são uma oração da manhã, se rezam nas primeiras horas da manhã no coro e em comum, o que também se observa convenientemente na recitação feita por apenas uma pessoa.

146. As Vésperas, mesmo no Tempo da Quaresma e da Paixão, em coro e em comum, se dizem depois do meio-dia; o que se observe convenientemente também na recitação feita por apenas uma pessoa.

147. As Completas são recitadas por todos aqueles que estão obrigados ao Ofício divino, mas, sobretudo, nas famílias religiosas, oportunamente como a última oração ao final do dia, mesmo quando, por justa causa, for necessário antecipar as Matinas do dia seguinte.

Neste caso, o Pater Noster, que de outro modo devia ser dito depois do versículo Adiutorium nostrum, se omite e em seu lugar, quando se recita no coro e em comum, se faz o exame de consciência durante um tempo razoável; depois se dizem o Confiteor e o que segue, como de costume; o que também se observa convenientemente na recitação feita por apenas uma pessoa.



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