sábado, 1 de julho de 2017

Missa do IV Domingo depois de Pentecostes

II classe, com Glória e Credo, paramentos verdes
O Evangelho de hoje encerra um símbolo da Santa Igreja e da assistência que Jesus a ela dispensa. Para nos ensinar Jesus escolhe a barca de Pedro, a quem, depois, constituirá o Chefe da cristandade. É a Pedro também a quem Nosso Senhor se dirige no final da pregação para ordenar a pesca milagrosa. Tudo isso mostra a predileção de Nosso Senhor para com São Pedro, e figura a primazia deste Apóstolo na Igreja. Mostra ainda a assistência do Senhor aos seus ministros.
  



  
INTRÓITO
(Sl 26,1-2 e 3)
DÓMINUS illuminátio mea, et salus mea, quem timébo? Dóminus defénsor vitæ meæ, a quo trepidábo? qui tríbulant me inímici mei, ipsi infirmáti sunt, et cecidérunt. PS. Si consístant advérsum me castra: non timébit cor meum. Glória Patri. Dóminus illuminátio.
O SENHOR é a minha luz e salvação, de quem terei medo. O Senhor é o meu defensor de minha vida, perante quem tremerei. Os inimigos que me oprimem, eles mesmos caem sem forças. SL. Ainda que um exército se levante contra mim, meu coração não temerá. Glória ao Pai. O Senhor é minha luz.

COLETA
DA NOBIS, quǽsumus, Dómine: ut et mundi cursus pacífice nobis tuo órdine dirigátur; et Ecclésia tua tranquílla devotióne lætétur. Per Dóminum.
CONCEDEI, Senhor, vos suplicamos, que os acontecimentos deste mundo por vossa disposição corram tranquilamente para nós e que a vossa Igreja se alegre em vos servir em paz. Por Nosso Senhor.

EPÍSTOLA
(Rm 8,18-23)
Léctio Epístolæ beáti Pauli Apóstoli ad Romanos.
I
rmãos, eu penso que os sofrimentos do tempo presente não têm proporção com a glória que há de ser revelada em nós. De fato, toda a criação espera ansiosamente a revelação dos filhos de Deus; pois a criação foi sujeita ao que é vão e ilusório, não por seu querer, mas por dependência daquele que a sujeitou. Também a própria criação espera ser libertada da escravidão da corrupção, em vista da liberdade que é a glória dos filhos de Deus. Com efeito, sabemos que toda a criação, até o presente, está gemendo como que em dores de parto, e não somente ela, mas também nós, que temos as primícias do Espírito, gememos em nosso íntimo, esperando a condição filial, a redenção de nosso corpo.

GRADUAL
(Sl 78,9-10)
PROPÍTIUS esto, Dómine, peccátis nostris: ne quando dicant gentes: Ubi est Deus eórum? V. Adjuva nos, Deus salutáris noster: et propter honórem nóminis tui, Dómine. líbera nos.
PERDOAI, Senhor, os nossos pecados, para que não digam os pagãos: onde está o Deus deles? V. Ajudai-nos, ó Deus, nosso Salvador, e pela glória de vosso Nome, livrai-nos, Senhor.

ALELUIA
(Sl 9,5.9)
ALLELÚIA, allelúia. V. Deus, qui sedes super thronum, et júdicas æquitátem: esto refúgium páuperum in tribulátione. Allelúja.
ALELUIA, aleluia. V. Ó Deus, que em trono elevado vos assentais para julgar com justiça, sede o refúgio dos pobres na tribulação. Aleluia.

EVANGELHO
(Lc 5,1-11)
Sequéntia sancti Evangélii secúndum Lucam.
N
aquele tempo, Jesus estava à beira do lago de Genesaré, e a multidão se comprimia a seu redor para ouvir a Palavra de Deus. Ele viu dois barcos à beira do lago; os pescadores tinham descido e lavavam as redes. Subiu num dos barcos, o de Simão, e pediu que se afastasse um pouco da terra. Então sentou-se e, do barco, ensinava as multidões. Quando acabou de falar, disse a Simão: “Avança mais para o fundo, e ali lançai vossas redes para a pesca”. Simão respondeu: “Mestre, trabalhamos a noite inteira e não pegamos nada. Mas, pela tua palavra, lançarei as redes”. Agindo assim, pegaram tamanha quantidade de peixes que as redes se rompiam. Fizeram sinal aos companheiros do outro barco, para que viessem ajudá-los. Eles vieram e encheram os dois barcos a ponto de quase afundarem. Vendo isso, Simão Pedro caiu de joelhos diante de Jesus, dizendo: “Afasta-te de mim, Senhor, porque sou um pecador!” Ele e todos os que estavam com ele ficaram espantados com a quantidade de peixes que tinham pescado. O mesmo ocorreu a Tiago e João, filhos de Zebedeu e sócios de Simão. Jesus disse a Simão: “Não tenhas medo! De agora em diante serás pescador de homens!” Eles levaram os barcos para a margem, deixaram tudo e seguiram Jesus.  
                                                                            
Credo

OFERTÓRIO
(Sl 12,4-5)
ILLÚMINA óculos meos, ne umquam obdórmiam in morte: ne quando dicat inimícus meus: Præválui advérsus eum.
ILUMINAI os meus olhos para que eu não adormeça na morte; para que o meu inimigo não diga: prevaleci contra ele.

SECRETA
OBLATIÓNIBUS nostris, quǽsumus, Dómine, placáre suscéptis: et ad te nostras étiam rebélles compélle propítius voluntátes. Per Dóminum.
ROGAMO-VOS, Senhor, aplacai a vossa ira, aceitando as nossas oblações, e fazei, benigno, que por vós sejam atraídas as nossas vontades rebeldes. Pelo mesmo Nosso Senhor.

PREFÁCIO DA SANTÍSSIMA TRINDADE
V. Dominus vobiscum.
R. Et cum spíritu tuo.
V. Sursum corda.
R. Habémus ad Dóminum.
V. Gratias agamus Domino Deo nostro.
R. Dignum et justum est.
V. O Senhor seja convosco.
R. E com o vosso espírito.
V. Corações ao alto.
R. Já os temos no Senhor.
V. Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
R. É digno e justo.
VERDADEIRAMENTE é digno e justo, e igualmente salutar, que, sempre e em todo o lugar, Vos demos graças, ó Senhor santo, Pai onipotente, eterno Deus: Que sois, com o Vosso Filho Unigênito e com o Espírito Santo, um só Deus e um só Senhor, não na singularidade duma só Pessoa, mas na Trindade duma só substância. Porque tudo aquilo que nos revelastes e cremos da Vossa glória, isso mesmo sentimos, sem diferença nem distinção, do Vosso Filho e do Espírito Santo, de maneira que, confessando a verdadeira e eterna Divindade, adoramos a propriedade nas Pessoas, a unidade na Essência e a igualdade na Majestade, a qual louvam os Anjos e os Arcanjos, os Querubins e os Serafins, que não cessam de cantar dizendo a uma só voz:


ANTÍFONA DA COMUNHÃO
(Sl 17,3)
DÓMINUS firmaméntum meum, et refúgiam meum, et liberátor meus: Deus meus, adjútor meus.
O SENHOR é a minha força, o meu refúgio e o meu libertador. Meu Deus, vós sois meu auxílio.  

PÓSCOMUNHÃO
MYSTÉRIA nos, Dómine, quǽsumus, sumpta puríficent, et suo múnere tueántur. Per Dominum.
FAZEI, Senhor, vos rogamos, que os mistérios recebidos nos purifiquem, e com a sua força nos protejam. Por Nosso Senhor.


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